Emaranhamento

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Se a pessoa está passando por alguma dificuldade, normalmente dizemos:

– Fulano está emaranhado!

Se existe um padrão de comportamento que se repete, dizemos:
– Ah, isso é emaranhamento!

Se existe uma doença, dificuldade financeira ou se a pessoa não é realizada com sua profissão, tem depressão, pânico, ansiedade, insônia; problemas de relacionamentos, dificuldade de engravidar, vícios…dizemos:

– Humm, emaranhamento!!

Caso a pessoa tenha questões com autoconfiança, sexualidade, baixa autoestima, tendência a se vitimizar ou comportamento agressivo/compulsivo/impulsivo, ou ainda tenha questões com religião, falências, dificuldades com heranças ou filhos com dificuldades, também dizemos:

– Só pode ser emaranhamento!!!

Ou seja, em algum nível, estamos todos emaranhados! Por isso:

– Bem vindo ao mundo dos emaranhados!!!

Emaranhado significa enrosco! Vivemos muito mais enroscados do que imaginamos!

“Nas palavras da física quântica o emaranhamento quântico é um fenômeno da mecânica quântica que permite que dois ou mais objetos estejam de alguma forma tão ligados que um objeto não possa ser corretamente descrito sem que sua contraparte seja mencionada – mesmo que os objetos possam estar espacialmente separados.”(Fonte: WiKipedia).

Na perspectiva da transmissão transgeracional o que é herdado confunde-se com o herdeiro e seu grupo familiar. O que é herdado é absorvido sem diferenciação e sem consciência.

Ocorre uma repetição de comportamento ou de destino, uma indiferenciação entre o sujeito e seu grupo familiar, ele não se individualiza e passa a viver a identidade e características do grupo. Nesse processo a consciência permanece oculta e só podemos acessar seus efeitos por meio dos sofrimentos em nossa vida e na vida de nossa família.

Para começar a ter consciência dos emaranhamentos, primeiramente, é importante saber: Quem foram os seus ancestrais? O que aconteceu com seus pais, avós, bisavós? De onde vieram? Quais são suas histórias? Quais eram padrões ou qualidade dos vínculos entre eles? Existiram histórias trágicas, de perdas precoces, doenças mentais, suicídios, falências, explorações, assassinatos?

Somos continuidade de nosso sistema familiar, o que aconteceu no passado continua nos influenciando no presente. A contabilidade do sistema é passada de geração para geração.

E agora é a nossa vez, e apesar de não sermos os responsáveis pela criação de certas desordens no passado, temos a responsabilidade de transformá-las no presente, porque?
Por amor ao projeto humano!

Quer vivenciar a Constelação?

Confira a agenda dos workshops e Formações: https://www.cristinaflorentino.com.br/agenda[/fusion_text][/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]

O que é Constelação Familiar

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O que é Constelação Familiar ?

Observando os sistemas familiares e organizacionais percebemos padrões de comportamento que se repetem nas famílias e grupos ao longo de gerações.

Através das Constelações Sistêmicas ou Constelações Familiares podemos OLHAR PARA O QUE CURA e então temos FORÇA E CONSCIÊNCIA para seguir nossa própria história, LivreMente.

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Qual o significado de doença, saúde e cura à luz das constelações familiares?

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Muitas doenças estão relacionadas com o destino de membros da família ou acontecimentos traumáticos que foram excluídos em gerações passadas. No mesmo tema, também podemos observar outras duas dinâmicas: membros da atual geração identificados ou assumindo a culpa pelo destino de seus antepassados.

As falas inconscientes normalmente são: “Eu assumo a culpa por você”, “Eu sinto como você”, “Eu adoeço por você”, “Eu me excluo da vida assim como fizeram com você na nossa família”.

É muito comum crianças dizerem inconscientemente para seus pais falecidos ou doentes: “Eu os acompanho na morte, na doença ou no destino” ou, ainda, no caso de um irmão que morreu cedo ou tem uma doença grave: “Eu irei com você, querido irmão” ou “Eu vivo limitada por amor a você”.

A dinâmica sempre será “Eu por você” ou “Eu como você”. Essa mesma dinâmica pode resultar em várias doenças. A cura e, portanto, a saúde, significa abandonar ou devolver sentimentos, missões ou participações em destinos alheios que adotamos em lugar de nossos pais e antepassados, em nome do amor cego de vinculação à família.

Cura significa perceber as lealdades invisíveis, suas conexões, e soltá-las. Dessa forma, voltamos a ocupar o nosso lugar saudável no sistema, o lugar daquele que vê, diz “sim”, devolve, respeita, agradece, honra e integra o que aconteceu no passado e, por isso, torna-se capaz de trazer uma novidade saudável para si e para o seu sistema.

Quando pensamos em cura, pensamos em nos tornar íntegros. Tornar-se íntegro significa juntar os pedaços, as partes, os ancestrais que estão separados.

Quando estamos doentes, encontramo-nos, de certa forma, despedaçados. Curar-se significa recuperar a integridade. Reunir o que está separado e assim REMEMBRAR-SE, reunir todos os membros físicos, mentais e emocionais, e reunir todos os membros de sua família!

Simplesmente maravilhoso o que podemos alcançar através desse trabalho de constelação familiar!

Venha se recompor e torna-se mais íntegro no nosso módulo de constelações e doenças, para um 2018 mais saudável para você e todo o seu sistema familiar!

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Praticando a ordem dos relacionamentos

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Essa semana, quero sugerir um exercício que ajudará terapeutas a se tornarem melhores ajudantes para seus clientes. Para aqueles que não atuam na área da saúde, esse exercício ajudará na boa saúde, prosperidade e relacionamentos saudáveis.

Lembrando que, no olhar das constelações de Bert Hellinger, a relação com a mãe é a base para a formação de vínculos afetivos saudáveis, bem como uma boa relação com o dinheiro e a saúde. Desfrutem!

O exercício é para ser feito em dupla e em duas etapas. Na primeira etapa, você é a cliente, portanto, irá começar o exercício. Na segunda, você trocará de papel com seu par. Na primeira etapa, seu par representará sua criança interna e você representará sua mãe em toda a sua grandeza.

Coloquem-se um de frente para o outro, cerca de dois ou três metros de distância. Você que representa a sua mãe, não se mova e espere seu filho se aproximar lentamente de você. Se a criança interna (quem está representando você) se sente bloqueada ou maior do que a sua mãe ou se aproxima indo muito rapidamente, é importante que o representante da sua criança interna se acalme, abaixe um pouco a cabeça em direção ao chão, se for preciso, talvez até mesmo se ajoelhe diante da mãe, para chegar perto e finalmente abraçá-la.

Esse movimento é importante para que, aos poucos, possamos nos colocar no lugar correto em relação a nossa mãe, e esse lugar é o de filho, portanto, menor que a mãe. Você é o pequeno e ela, a grande. Essa é a postura que queremos alcançar, pois não é possível tomar a mãe se, internamente, você se sente maior ou melhor.

No abraço, é importante a mãe notar se a cabeça da criança interna foi para seu ombro direito. Se isso acontecer, então, firmemente afaste a criança do seu ombro, pois provavelmente está conectada com um ancestral. Então, a faça abraçar e honrar-te novamente, dessa vez apoiando a cabeça no ombro esquerdo da mãe.

Em seguida, o representante da criança interna, muito focado, diz em uma ou duas frases o que viveu. O representante da mãe não fala.

Recolham-se por alguns minutos e troquem os papéis. Dessa vez, você representará a criança interna de seu par e ele a sua própria mãe.

É melhor que esse exercício seja curto, não mais do que 10 minutos. Você se sentirá revigorada e, aos poucos, irá transformando a relação com sua mãe. Você poderá retomar esse poderoso e importante exercício depois de uns dez dias.

Tomar/aceitar a mãe é um longo processo de purificação, renúncia do ego e é o ponto de partida do desenvolvimento espiritual. É muito útil repetir esse exercício muitas vezes, dando a cada momento novos passos.

Aqui estamos praticando uma das leis sistêmicas de Bert Hellinger: a ordem nos relacionamentos.

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O quanto você realmente precisa de ajuda?

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Lembrando que estamos falando de um tipo de ajuda não saudável.

Hoje vou falar do padrão de comportamento complementar ao do post anterior, onde falamos do indivíduo que tem dificuldade de receber ajuda apenas para se manter em um lugar superior e confirmar a crença de que “tudo eu”.

Agora, falarei daquele que se coloca constantemente no lugar do “que precisa de ajuda” para se manter no estado criança e confirmar a crença de que “não dá conta sozinho”.

Que parte da nossa psiquê precisa de ajuda constante? O estado criança. É ele que se mantém na dependência constante dos pais. Ainda que adultos, todos nós temos uma parte da psiquê que não cresceu, não amadureceu, talvez porque ficou congelada em alguma experiência traumática da infância.

Para esse padrão de comportamento, a vida é um peso. Na vida prática, é uma pessoa que se percebe dependente do outro em diferentes áreas: financeira, física, emocional, espiritual. Se sente frágil, sensível, pede muitos favores, muitas coisas emprestadas, muito desconto, tem dificuldade de pagar pelo valor real das coisas, pois existe uma sensação de que a vida está sempre devendo algo para ela.

Com isso, muitas vezes, atrai para perto de si pessoas do padrão “tudo eu”, para que seu padrão de “não dou conta” se fortaleça e se confirme.

O pensamento é: “essas são as pessoas que podem me ajudar, afinal, elas não têm problemas, resolvem tudo, são fortes, corajosas, cheias de energia, sabem tudo, fazem mil coisas… Já eu, não dou conta de fazer quase nada”.

Cuidar do outro ou ajudar pode ser um grande peso. Essa personalidade precisa desenvolver o autovalor, a independência, a autossuficiência. Liberar a energia vital que ficou presa em alguma experiência infantil.

O interessante é que nos dois padrões a dor que está por trás é a mesma. No fundo, os dois sofrem por sentirem que não têm nenhum valor. Somente usam estratégias de sobrevivência diferentes. Foi a forma que cada psiquê encontrou para sobreviver.

Lembrando que todos nós usamos as duas estratégias. Muitas vezes, temos a tendência a frequentar por mais tempo uma delas, mas as duas são bem conhecidas para todos.

Através do fortalecimento do estado adulto, podemos praticar uma ajuda saudável, ter uma vida menos estressada e menos pesada.

Nosso próximo módulo aprofundará essas questões com o tema “As ordens da boa ajuda”. Dias 28 e 29 de julho: participe!

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Você está aberto a receber tudo o que a vida tem de bom para dar?

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Muitas vezes não materializamos nossos sonhos e desejos porque nosso potencial para receber da vida é limitado. Algumas pessoas têm muita dificuldade de receber elogios, presentes, dinheiro, admiração, amor…

Como você reage quando alguém lhe faz um elogio como “Que roupa linda! Seu cabelo está maravilhoso! Como você está bem! Sua casa é linda! Adoro seu trabalho”? Você reconhece, aceita e agradece o elogio? Ou diz “Ah, essa blusa…comprei em uma liquidação/brechó, nossa é tão velhinha! Minha casa está tão abandonada, você não sabe os problemas que ela me dá! Meu cabelo, imagine, seco e todo branco… Isso é tinta… São seus olhos! Meu trabalho não tem nenhum segredo, nada demais, qualquer um pode fazer”?

Nesses exemplos simples, você já pode medir a sua capacidade de receber. E quem não sabe receber tem problemas com dar.

Provavelmente dá demais, dá o que o outro não pode devolver ou não pediu, é viciado em dar para se manter em um lugar superior e exigir ajuda quando precisa, e normalmente quando o outro não pode ajudá-lo, lá vem aquela frase famosa: “Eu faço ou fiz tudo para essa pessoa e quando preciso de algo ela nunca me ajuda! Todas as vezes que ela me liga eu a ouço. E quando preciso desabafar, não há disponibilidade da parte dela. Realmente não posso contar com os outros! E assim confirmo a crença de que tudo eu! De que preciso resolver meus problemas sozinho! Ou seja, recebo pouco e dou demais”.

Esse é um dos padrões que criamos (no próximo post, falaremos do padrão oposto: aquele que só quer receber e tem dificuldade de dar).

A primeira ordem da ajuda: o equilíbrio entre o dar e receber ajuda. Como ampliar a sua capacidade de dar e receber?

Dar ou receber é uma experiência vital completa, que começa no tomar ou receber dos pais, que nos impulsiona o devolver e agradecer doando, que, por sua vez, se abre ao devolver ou agradecer ao outro na minha direção.

E tudo começa com os pais! Você já conseguiu receber tudo o que seus pais te deram? Receber tudo não significa receber só o que você considera bom, significa receber tudo como foi. O primeiro grande presente que eles te deram foi a vida, a possibilidade de estar vivo e transformar os padrões que não foram possíveis para eles e/ou para os seus avós/bisavós.

Ainda que você não tenha conhecido um de seus progenitores, eles te deram a vida e, enquanto você se mantiver na mágoa, exigência ou ressentimento por um deles, estará funcionando no módulo econômico em relação a receber da vida.

Caso um deles não tenha ficado ou talvez você tenha sofrido maus tratos na infância, ainda que seu pai tenha sido alcoólatra, sua mãe depressiva ou talvez ela tenha feito você trabalhar muito em casa e você era muito pequeno… Não importa o quão trágica tenha sido a sua história, aceitar tudo como foi e compreender que, apesar das limitações de seus pais, eles fizeram o que foi possível, essa postura é fundamental para que você amplie a sua capacidade de dar e receber de forma saudável. E esses são os pais certos para você!

Através deles você começou a ter contato com a sua tarefa de alma. Ainda que tenha sido doloroso, você sobreviveu e hoje pode escolher o que fazer com o que foi feito de você! Nosso próximo módulo da formação será 28 e 29 de julho e o tema? As ordens da boa ajuda!

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O que significa ajudar o outro?

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“Ajudar é uma Arte. Como toda arte, faz parte dela um processo de aprendizagem. E, nesse processo, é preciso desenvolver a sensibilidade para compreender aquele que procura ajuda, o que lhe é mais adequado, e simultaneamente compreender o que lhe ergue, acima de si mesmo, para algo mais abrangente. Nós, seres humanos, dependemos, sob todos os aspectos, da ajuda de outros. Só assim podemos nos desenvolver. Ao mesmo tempo, precisamos também ajudar outros. Aquele que não necessita de ajuda e não pode ajudar outros, fica só e definha. A ajuda serve, portanto, não somente aos outros, mas também a nós mesmos.”

Bert Hellinger

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Para entender melhor o relacionamento de um casal

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“Quando alguém sai de uma aldeia, onde tudo é estreito e próximo, e sobe ao alto de uma montanha, descortina um horizonte cada vez mais amplo. Quanto mais alto sobe, mais solitário se torna. Apesar disso, percebe-se num contexto mais amplo que antes. Assim, na medida em que nos desprendemos do que está próximo, nós nos vinculamos a algo maior, mas o preço disso é o aumento da solidão. Daí a grande dificuldade que muitos sentem de passar de um vínculo estreito a outro novo e mais amplo. Por outro lado, toda ligação estreita força a evoluir para algo maior e mais amplo. Por esta razão, quando uma relação conjugal alcança seu ponto culminante – que é o nascimento do primeiro filho – ela perde em intimidade e ganha em amplitude. Com isso a relação se enriquece, mas a intimidade forçosamente diminui. Ao começarem um relacionamento, algumas pessoas pensam que ficarão sempre estreitamente unidas. Mas o relacionamento é também um processo de morte. Cada uma de suas crises é experimentada como uma morte, como uma fase do nosso processo de morrer. Nesse processo, algo da intimidade se perde. Porém, num outro nível, o relacionamento ganha uma nova qualidade e fica diferente: mais relaxado, solto e amplo.”

Bert Hellinger – Ordens do Amor

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Simplesmente amor basta para que uma relação dê certo?

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Aparentemente, não. Além do amor, algo mais precisa acontecer. Atua no relacionamento de casal aquilo que cada um traz de sua família de origem, sua cultura, o modelo de relacionamento que seus pais tiveram. Também atuam no relacionamento situações mal-acabadas nos relacionamentos anteriores e principalmente como acontece o equilíbrio entre dar e receber na relação. Entre o casal, não há hierarquia como no caso de pais e filhos — os filhos são sempre menores em relação a seus pais e estão na posição de quem recebe, enquanto os pais são maiores em relação a seus filhos e, portanto, ficam na posição de dar. No casal, os dois estão em um mesmo nível de maturidade, ou seja, são iguais a princípio. Mas vale ressaltar a importância de você perceber está se colocando como menor (filho) ou como maior (pai ou mãe) que seu companheiro. Em ambos os casos, você está projetando a sua relação com seus pais, colocando a relação amorosa em risco. Uma forma de perceber como vai o equilíbrio na sua relação é verificar a distribuição das tarefas diárias, ou seja, o quanto cada um contribui para a manutenção da casa, educação dos filhos, investimentos financeiros, manutenção da própria relação… O casal tem o potencial de formar uma bela complementação, mas essa complementariedade, às vezes, é confundida porque algumas funções não são tão valorizadas socialmente quanto outras. Por exemplo: em uma família em que os filhos são pequenos, a mulher assumir um pouco mais o cuidado dos pequenos e deixar o trabalho para o segundo plano, e seu marido assumir um pouco mais essa função, seria um bom equilíbrio. Cuidar dos filhos é também um grande trabalho, talvez um dos mais nobres e desafiadores, no entanto, não há remuneração para tal cargo. Assim, muitas vezes, a própria mulher se sente inferior por isso. Essa é uma das possibilidades, pois muitos arranjos são possíveis. Cada casal é um caso em particular, não existe um modelo padrão. Bert Hellinger diz que o equilíbrio entre dar e receber em uma relação de casal é mais crítico do que o próprio amor.

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Como vai sua relação afetiva?

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Você está contente com a qualidade do seu relacionamento? Pode ser que, nesse momento, você não esteja se relacionando. Se esse for o seu caso, essa é a sua escolha? Como foram seus últimos relacionamentos? Você encerra completamente seus antigos relacionamentos? Você já percebeu se existe um padrão na formação de seus vínculos com o outro? Caso nunca tenha pensado nisso, que tal refletir por alguns momentos? Talvez você perceba que existe um padrão que se repete em suas relações.

Eis aqui alguns exemplos mais comuns: você se relaciona muitas vezes com pessoas bastante problemáticas, comprometidas, com dificuldades de se separarem da família ou pessoas extremamente controladoras, ciumentas e possessivas. Ou talvez você sempre seja traído ou enganado. Ou se relacione sempre com pessoas que têm muita dificuldade de ganhar dinheiro e acaba sendo aquele que é o responsável pelo orçamento do casal e se sente sobrecarregado ou explorado. Ou, ao contrário, você acaba sendo aquele que, muitas vezes, recebe mais ajuda e pode se sentir incapaz.

Talvez você seja bastante agressivo e esse comportamento gere mal-entendidos e limitações na intimidade do casal. Pode ser que você não se sinta reconhecido ou valorizado em suas relações e, por isso, vá se afastando do seu parceiro. Pode ser que você tenha dificuldade de se expressar, não goste de se relacionar com os amigos de seu parceiro e isso acabe criando uma dificuldade nas redes sociais do casal.

Talvez não aconteça nada em sua relação. Será que ela está estacionada em ponto morto?

E quando se trata da sexualidade, como você se relaciona com o prazer? Acredita que o outro seja o único responsável pelo seu prazer? Como vai o seu prazer de viver?

Pois é, as perguntas não param! Tantos outros desafios acontecem entre, pelo menos, duas pessoas. O caminho da relação, é o meu caminho. Através dele, experimento constantemente a possibilidade de transcender, curar, reprocessar os vínculos e feridas infantis, tornando-me cada vez mais um ser humano mais humano, mais amadurecido, resiliente e, portanto, menos reativo.

Minhas qualidades vão tomando um espaço maior em minha vida, me sinto mais amoroso e compassivo, além de cada vez mais agradecido e pleno. E nessa plenitude aceito o outro cada vez mais como ele é e, à medida em que vou tomando consciência, vou me despedindo das expectativas que ainda tenho em relação a ele, aprendendo a me dar o que antes exigia do parceiro. E assim vamos caminhando na direção de um relacionamento saudável.

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